terça-feira, 3 de junho de 2014


O que as aulas agregam pra mim?

As aulas me ajudam não só no meu desenvolvimento, mas também faz de mim uma pessoa melhor. Sua importância vai além do aprendizagem individual ou de ser um bom profissional. O que eu passo em sala de aula são coisas que vou levar pro resto de minha vida.

Não dá pra falar da aula sem falar de quem ensina, Professor Camarão, não sei se você se lembra, mas na primeira aula em que vi sua, eu fiz questão de te falar que aquela aula estava muuuito massa! Eu nunca fiz isso, mas superei minha timidez e tive que te falar, e saiba que depois daquela, todas as outras foi uma melhor que a outra.

Sem querer puxar seu saco, mas você é dos melhores mestres que eu tive prazer de assistir a aula, admiro sua pessoa e seu trabalho, e fica aqui meu agradecimento por fazer parte do time de professores da minha faculdade, eu sei que é difícil, mas gostaria de ter muitos professores igual você na minha vida acadêmica, sei que a vontade de aprender vem do aluno, mas com certeza é muito mais fácil com professores igual a você.

“O professor medíocre conta. O bom professor explica. O professor superior demonstra. O grande professor inspira.

Você inspira.


Luis Fernado Horn

quarta-feira, 7 de maio de 2014


Perfis Digigráficos, você já sabe qual é o seu?

A era digital revolucionou os meios de comunicação e as formas de o ser humano se comunicar. Hoje em dia, nossas vidas se confundem com as redes sociais e os smartphones e tablets que carregamos funcionam como extensões de nossos corpos. A agência DM9DDB realizou um extenso estudo muito bacana que deu origem a um novo conceito: os perfis digigráficos.

A pesquisa foi realizada com pessoas entre oito e 60 anos e seus resultados criaram uma nova classificação para os consumidores da era digital. Hoje, a divisão tradicional, que se baseia em dados demográficos, por exemplo, já não basta, pois a tecnologia move o mundo.
Foram identificados cinco novos perfis, que mostram como se comportam os consumidores em relação ao uso da tecnologia e ainda como ela impacta cada realidade: ImersosFerramentadosFascinadosEmparelhados e Evoluídos
Veja qual é o seu :

Imersos: Parte de sua identidade e personalidade é definida a partir da tecnologia, pela era digital, pois assim, conseguem dar vida a mais pessoas. Conseguiram se encontrar e definir melhor seus interesses e estabelecer vínculos com o mundo.

Ferramentados: Não idolatram a tecnologia, mas recorrem a ela para agilizar suas tarefas do dia a dia, o que facilita suas vidas. Esse grupo é um exemplo de como as pessoas redefiniram a maneira como se relacionam com as entidades como por exemplo a família, escolas, empresas e governo.

Fascinados: desejam parecer modernos e tecnológicos. Para eles os ícones da modernidade são: computadores, gadgets e hábitos da era digital. Consumir essas novidades, faz com que eles possam a atestar para os demais que são antenados. Eles mostram como o relacionamento com os outros foi bastante modificado.

Emparelhados: Têm na tecnologia uma companheira para fazer o dia a dia acontecer, a máquina para esse grupo é como se fosse uma parte de seu corpo, sem ela a vida se torna extremante complicada. A tecnologia é fundamental para pôr em prática os projetos da vida.


Evoluidos: são os que nasceram e cresceram no mundo digital, não conhecem o mundo pré-digital. Estão totalmente adaptadas a esse universo.

Moda das bananas: #somostodosmacacos

De um dia para o outro, as redes sociais se encheram de bananas. Conhecidos comendo a fruta, desenhos, camisas estampadas, e várias, várias celebridades posando com o alimento. Tudo começou com a atitude do jogador Daniel Alves, que deu uma das melhores respostas ao ato racista de atirar bananas em campo: comeu a fruta. Em seguida, a partir de uma imagem postada no Instagram pelo jogador Neymar, a hashtag #somostodosmacacos se espalhou pelas redes sociais, junto com a imagem de pessoas repetindo a atitude de Daniel Alves.

Bastou os globais Luciano Huck e Angélica postarem uma foto com uma banana e cara de indignados para a atitude começar a ser criticada como sendo hipócrita. E quando se descobriu que a foto de Neymar tinha sido parte de uma estratégia publicitária planejada meses atrás, as redes sociais se dividiram de vez. Choveram de críticas à campanha, e uma segunda hashtag começou a se espalhar: #naosomosmacacos.
Enquanto quase todos concordam que a atitude de Daniel Alves foi incrível, uma parcela acha perigoso responder ao racismo com um gesto de assim. A visão era de que esse tipo de atitude não é algo que deve ser respondido com uma "banana" (seja o gesto ou a fruta), mas tem que ser combatido e punido diariamente. (Vale lembrar que a polícia espanhola e o Villa Real tiveram uma atitude exemplar, detendo o torcedor e o banindo do estádio).
Como muita gente apontou, é realmente difícil lembrar-se de alguma vez em que Luciano Huck, Angélica ou mesmo Neymar tenham lutado contra o racismo. O apresentador, inclusive, colocou uma linha de camisetas com a hashtag #somostodosmacacos à venda, pelo preço salgado de R$ 69, um valor que só quem tem um bom dinheiro pode gastar com uma camiseta. E o jogador foi criticado por ter dito não ser negro em 2010.
Entendo a preocupação de quem luta contra o racismo há tempos e de repente vê sua causa transformada em campanha publicitária. Mas é preciso também entender que algumas pessoas só vão ter contato com esse tema por meio de propagandas e celebridades. Nem todos lêem artigos sobre racismo, conversam com pessoas que pensam e discutem sobre o assunto ou sequer tem um contato pessoal com quem foi vítima do preconceito. Espalhar a mensagem, mesmo que dessa forma, através de uma foto com celebridades, pode não ser o meio mais nobre ou correto de combater o racismo, mas agora mais pessoas estarão discutindo o assunto e pensando a respeito.

É claro que as celebridades e a agência publicitária lucraram com o episódio, que vai cair no esquecimento na semana que vem. Mas pelo menos agora, ao contrário de outras vezes, a sociedade lucrou um pouquinho também.

segunda-feira, 14 de abril de 2014


Tendências de consumo da nova geração


Geração Seleção: O jovem não quer perder tempo procurando as coisas que deseja consumir. A propaganda perde importância para as indicações confiáveis baseadas no perfil dos jovens, vindas de: um amigo, um expert, alguma celebridade q ele admira ou até uma marca. Preferem pontos de vendas que ofereça algo que facilite a escolha e sites com tenham uma lista de "Top X" de algum assunto ou produto.

Consumo Viral: O jovem, inseguro, busca referências entre os amigos. Assim os jovens tornam-se os maiores disseminadores dentro dos seus próprios universos. Potencialização das ferramentas de marketing mais subversivas: buzz, guerrilha e viral. Aumento da importância da comunicação via web das marcas. Busca por formas de se relacionar com o jovem, gerando maior experiência (que gera maior disseminação).

Consumo da Expectativa: A expectativa da posse e a imagem do produto são muitas vezes mais intensas do q a posse do produto em si. O desejo de consumo é muito forte, faz o jovem se sentir parte de um grupo. Marcas q criam ciclos de desejos e ícones (Ipod) são as de maior valor.

Comportamento Indie: O jovem desafia o sistema como forma de se opor a massa, de auto-afirmar a sua individualidade, mesmo que essa oposição seja só no discurso. A contracultura ganha força como produto. Surgem os mercados paralelos às grandes marcas dos shoppings. Marcas independentes, de origem desconhecida ou humilde, ganham valor.

Design Nation: Design é cada vez mais um fator decisivo de compra.

O Consumidor é o Conteúdo: A tecnologia permite q o jovem expresse sua criatividade, seus desejos e gerem conteúdo. As marcas começam a apostar em produtos q facilitem essa criação/disseminação e a investir nas comunidades virtuais.

Psiconomadismo: Ânsia para experimentar tudo, ao mesmo tempo, sem se prender a nada. Menor fidelidade às marcas. O jovem não gosta de ser estereotipadas, marcas que o tratam como integrante de uma "tribo" não o atingem de forma eficaz.

Mente Global, Alma Local: Valorização da cultura brasileira, mas sempre antenados com o q vem de fora.

Revolução Natural: Desejo de bem-estar, de equilíbrio entre o corpo e a mente, entre o indivíduo e o meio-ambiente.

Consumo do Vazio: O jovem é bombardeado por informações caóticas e consome cada vez mais serviços que o ajudem a esvaziar a mente, seja organizando essa informação ou isolando dela.

quarta-feira, 19 de março de 2014


O que é SEO?

SEO – Search Engine Optimization. Traduzindo, otimização de site nos mecanismos de busca.

O trabalho de SEO faz parte de uma das atividades do Marketing Digital. O SEO tem como objetivo principal ranquear um página, ou mesmo um site inteiro nos mais diversos mecanismos de busca como Google, Yahoo, Bing, para que se consiga mais chances de visibilidade pelo usuário.

Exemplificando, o SEO tem como foco fazer com que a palavra chave que o usuário está buscando e que corresponde ao seu negócio ou ramo de atividade apareça nos primeiros resultados das buscas. É comprovado estatisticamente que o comportamento dos usuários segue a regra de clicar inicialmente no primeiro resultado da busca, dois no segundo e terceiros resultados e após dos demais. Apenas uma pequena porcentagem segue sua pesquisa na segunda página do Google por exemplo.

Essa é a razão pela qual se fala tanto em SEO, em Marketing Digital, em conteúdo relevante, na importância do uso da palavra chave correta e etc.
Estar na primeira página do Google e principalmente entre os primeiros 3 resultados do Google em seu ramo de atividade é sinônimo de resultados certos, de conversão em vendas e aumento substancial nos lucros da empresa.

Contudo, não se pode confundir primeiros resultados orgânicos do Google com Links Patrocinados ou Google Adwords. Como o próprio nome diz, esses links, esses sites estão em destaque, na primeira página do Google porque estão pagando para estarem lá.

O verdadeiro trabalho de SEO é o de colocar o Web Site da empresa entre as melhores posições possíveis nos mecanismos de busca sem ter que pagar pelos cliques. O resultado do SEO se comprova quando se vê um site bem posicionado entre os resultados orgânicos (naturais) dos mecanismos de busca.

Luis Fernando Horn


quarta-feira, 12 de março de 2014



O que é Bitcoin? Vantagens e Desvantagens dessa nova moeda

Bitcoin é uma moeda como o euro, real ou o dólar, usados para trocar bens e serviços. No entanto, ao contrário de outras moedas, o mas essa moeda é 100% eletrônica que apresenta propriedades nunca antes vistas, além de ser conhecido por sua eficiência, segurança e facilidade de câmbio

Vantagens

Ao contrário do que acontece quando utilizamos o cartão de crédito, onde o processador (Visa, Mastercard, etc) cobra uma taxa de transação que o comerciante tem de pagar, no bitcoin atualmente não tem nenhuma dessas taxas aplicáveis para a maioria das transações, pois as transações são processadas pela rede peer-to-peer que é recompensada pelo sistema com a criação de novas bitcoins. Uma recompensa para os mineiros está integrada nisso. 

Desvantagens

O próprio projeto do bitcoin já o faz ser uma moeda deflacionária numa perspectiva econômica ao ter seu limite rígido em 21 milhões. Inerentemente, isto significa que a economia é deflacionária por design, o que pode torná-lo ideal para especuladores e açambarcadores.
Embora os bitcoins podem ser gastos em incrementos de 0.00000001 (ou seja, um único bitcoin é composta de 1 milhão de centavos), numa economia onde a oferta de dinheiro não pode manter o ritmo com a demanda é muito suscetível a recessões e depressões. Um exemplo seria se os especuladores realizam uma grande porcentagem de bitcoins unicamente para fins de investimento. Como os bitcoins não são tem ciclos através de transações, isso significaria que menos dinheiro estaria disponível para mudar de mãos. Quando há uma demanda de bitcoin em transação, mas não o bastante em circulação para preencher a demanda, ocorre uma recessão.
Eventualmente se os bitcoins acabarem nas mãos dos especuladores, a economia moeria a uma parada, já que nenhuma nova bitcoin seria capaz de entrar no sistema.

Conclusão

Realmente o conceito e o funcionamento do bitcoin é intrigante e está aos poucos ganhando aceitação comercial na internet. Curiosamente uma pessoa está disposta a aceitar bitcoin como forma de pagamento em sua casa e com isso podemos olhar este meio de pagamento como inovador e até confiante.

Mas o mercado futuramente é quem definirá isso.


Luis Fernando Horn

quinta-feira, 6 de março de 2014



Mídias Sociais X Redes Sociais

Com tamanha convergência de mídias e proliferação de tecnologias de comunicação, graças a mídia social temos a incrível possibilidade de interagir e conversar, sendo assim 
muitas pessoas ainda confundem os termos Mídias sociais e Rede sociais, e na verdade eles não são a mesma coisa, redes sociais é apenas uma categoria de mídia social.

Redes Sociais:
 (sites de relacionamento) São estruturas sociais formada por pessoas ou organizações, essas pessoas estão conectadas de varias formas, existem vários tipos de relação dentro das redes sociais (familiares, amizades, lazer, comerciais, sexuais etc.) nesse ambiente é normal reunir pessoas com interesses em comum, nas redes sociais eles podem expor seu perfil com seus dados suas fotos, vídeos e mensagem e também podem interagir com os demais integrantes criando comunidades e listas. Exemplos Facebook, Orkut, Linkedin, MySpace.

Mídias Sociais: São as ferramentas que as pessoas usam para compartilhar conteúdo, visões, perspectivas, opiniões e perfis, facilitando a interação entre variados grupos de pessoas, permitem a interação e a publicação de conteúdo por qualquer pessoa. Essas ferramentas incluem fórum, blog, podcasts, lifestreams, bookmarks, redes sociais, wikis, entre outros.
Traduzindo de maneira mais clara: mídia social pode ser definido ou explicado como uma produção de conteúdos de maneira totalmente descentralizada ou que tenha algum cunho editorial de grandes grupos. É uma produção de muitos para muitos

Por que confundimos? Porque um complementa e está inserido no outro. A mídia social se aplica dentro dos sites de redes sociais, mas não existe mais de uma mídia social. É como que se esse termo fosse um substantivo que explicasse tudo o que acontece nas redes sociais.


Luis Fernando Horn

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014




As novas tecnologias e a Publicidade: uma pedra no caminho ou um caminho sobre as pedras ?

Com o avanço tecnológico encurta fronteiras, ou seja, tudo tende a ficar mais rápido, cada vez mais, as empresas e agencias trabalha mais por um menor período de tempo, todo mundo se conecta, com muita informação fácil e instantânea.

Com as redes sociais e programas, exemplo: Facebook, Twitter, TwitterVision, TwitterMap, FEED, Myspace, a publicidade ganha muito, pois fica sabendo de tudo que esta passando no mundo, como costumes, hábitos, o que está na moda, o que pensam, sentem, fazem.

Sendo assim  a publicidade pode usar dessas modernas tecnologias para alcançar seu público-alvo, fazendo cada vez mais com que publicitários e marketeiros considerem essas ferramentas em suas estrategias.

O mundo está mudando e a propaganda está mudando também.



Luis Fernando Horn